terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Quando o provisório fica melhor que o permanente...

Tem uma piada que conta a conversa entre um mecânico de automóveis e um cardiologista. O mecânico se dizia injustiçado porque trabalhava muito para consertar motores e ganhava bem menos que o cardiologista. Calmamente o cardiologista respondeu: "A diferença entre nós é que você conserta motor quando ele está desligado. Eu conserto motor com ele funcionando..."
Em prótese é mais ou menos a mesma coisa. Você vai fazer uma prótese unitária ou total e inevitavelmente tem que passar pela fase do provisório. Gosto de fazer provisórios que se pareçam com os trabalhos definitivos. É aí que começa o problema. Tem clientes que gostam mais dos provisórios que os permanentes. Aí fica uma infindável sessão de provas. Até que o cliente insatisfeito diz "ficou melhor agora...". Teve um amigo meu que seu paciente preferiu ficar com os provisórios! Fazer o quê...

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